quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Associação de evangélicos não consegue anular lei que pune homofobia em SP

O STF (Supremo Tribunal Federal) arquivou a ação em que o Cimeb (Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil) questionava uma lei paulista que pune administrativamente quem discriminar alguém devido à orientação sexual.



O ministro Eros Grau, relator da Adin (ação direta de inconstitucionalidade), considerou que a associação não possui legitimidade para questionar a norma. Só podem ingressar com Adins as associações de classe de âmbito nacional e o ministro considerou que o Cimeb não tem esse caráter.
Além de alegar que a Lei 10.948/01 só poderia ter sido criada pela União, o Cimeb afirmava que a Constituição estava sendo “rasgada e aviltada” pela criação de uma lei que protege um grupo específico da sociedade.
Os pastores evangélicos ligados ao conselho lembraram que outros grupos —mulheres, idosos, negros, nordestinos, divorciados, casais que não têm filhos, evangélicos, religiosos africanos, católicos e judeus— também sofrem discriminação sem ter uma lei semelhante.
Também definiram a lei como uma “mordaça”, por violar o direito constitucional de liberdade do pensamento. “A manifestação pública sob o ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário aos homossexuais é passível de punição”, afirmam.
Competência
Na ação, os evangélicos sustentam que o artigo 22 da Constituição Federal garante que a regulação de temas ligados à cidadania é de competência exclusiva da União.
“Compete ao Congresso Nacional instituir leis que tratem sobre tudo que envolva a cidadania dos brasileiros”, dizem os pastores.


Segundo o Cimeb, a única forma de a iniciativa da lei estar de acordo com a Constituição Federal seria por meio de uma lei complementar, aprovada pelo Congresso, delegando ao Estado de São Paulo a função de legislar sobre o tema.
Os ministros evangélicos lembraram ainda que um projeto de lei idêntico à lei paulista (440/01) tramitou pela Câmara dos vereadores e foi vetado pelo prefeito Gilberto Kassab exatamente porque estaria fora da competência dos vereadores paulistanos legislar sobre o assunto.
“Embora tenham sido indicados alguns comportamentos ensejadores de sanção administrativa, tais indicações foram feitas de maneira extremamente genéricas, servindo-se de termos de abrangência demasiada, de sorte a causar dificuldades no momento da aplicação da sanção”, disse o prefeito.


Fonte Uol

Da Redação - 11/09/2009 - 15h48

Experimentando a vontade de Deus sem nada saber sobre o futuro

Rm 12

Uma das maiores preocupações cristãs é saber a vontade de Deus.No contexto antecedente de Romanos 12—ou seja: dos capítulos 9 ao 11—, Paulo fala da inescrutabilidade da vontade de Deus, mostrando que ela não está disponível à nossa compreensão, à priori.No final do capítulo 11 ele nos põe a todos contra a "parede do mistério", e nos diz que ninguém consegue discernir os caminhos do Senhor.
O interessante é que após dizer isto, ele reinicia seu pensamento com a seguinte declaração:Rogo-vos pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita VONTADE de Deus.A VONTADE de Deus é soberana e inescrutável, porém é experimentável.O que pode nos colocar no caminho da experiência da VONTADE de Deus não é uma revelação profética do nosso futuro, mas a consciência em fé acerca da misericórdia recebida, e que nos enxertou na "oliveira da salvação".Assim, é a consciência da eleição no amor de Deus aquilo que nos põe no caminho não do "conhecimento" da VONTADE de Deus, mas de sua experiência.
O processo que nos conduz a essa experiência nos é descrito por Paulo de modo simples e sem mágica:

1. Uma consciência grata pela Graça recebida se oferece em plenitude—corpo não é apenas o físico, mas a totalidade do ser—, se entrega ao amor de Deus.
2. Essa entrega à Graça de Deus produz uma alegria no ser, e que gera a entrega é do ser vivo, santo e agradável a Deus. E só é vivo porque está voluntário na entrega; e só é santo porque se deixou separar para Deus; e só é agradável porque está agradado de ser de Deus. Ou seja: sua VONTADE está sendo realizada.
3. Essa consciência implica em racionalidade na devoção. Trata-se do culto racional; não do culto à razão. Essa racionalidade do culto nada mais que a entrega da consciência como resposta lógica do ser que, em tendo sido agraciado, responde ao benefício recebido com entrega animada e feliz.4. O próximo passo é que isto leva a consciência a ter o desejo de total não estagnação. Aquele que se entregou, não encontra limites numa oferta ritual, mas sim num crescendo existencial em tal entrega.
Assim, estabelecesse uma total VONTADE de não permitir que as "molduras deste século" determinem o tamanho da consciência. A pessoa aceita o processo de mudanças e revisões permanentes da vida; ou seja: ela não se "con-forma" com este século, visto que não encontra seu paradigma na ordem estabelecida, mas sim na permanente conversão da consciência aos novos entendimentos recebidos conforme a revelação da Graça.
O fim disso tudo é experimentar a boa, perfeita e agradável VONTADE de Deus.Paulo prossegue mostrando que essa experiência da VONTADE de Deus também depende de duas outras tomadas de consciência em fé.1. Cada indivíduo precisa saber que a VONTADE de Deus é particular, e não uma revelação industrial:
"Porque pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não tenha de si mesmo mais alto conceito do que convém; mas que pense de si sobriamente, conforme a medida da fé que Deus, repartiu a cada um. Pois assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma função, assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente uns dos outros. De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com zelo; o que usa de misericórdia, com alegria."

A ênfase toda, portanto, recai sobre um processo de individuação na Graça.Ninguém deve se comparar com ninguém, e nem tampouco desejar ser o que não é e quem não é. Cada um tem seu dom e seu chamado, e a singularidade do dom e do chamado equivalem à particularidade da revelação de Deus a cada um.2. Cada individuo precisa saber que a VONTADE de Deus está revelada como possibilidade experiencial, e não como um oráculo mágico. Portanto, Deus não está na obrigação de revelar nada sobre onde, como e para quem alguém vai trabalhar, com quem vai casar, ou em que emprego ganhará a vida. No entanto, nos diz como viver em qualquer que seja a circunstancia da Terra e da vida onde tenhamos sido colocados, caídos ou jogados:

"O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros; não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração; acudi aos santos nas suas necessidades, exercei a hospitalidade; abençoai aos que vos perseguem; abençoai, e não amaldiçoeis; alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram; sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altivas mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios aos vossos olhos; a ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas dignas, perante todos os homens. Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira de Deus, porque está escrito: Minha é a vingança, eu retribuirei, diz o Senhor. Antes, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem."

Assim, Paulo nos ensina de modo simples que a VONTADE de Deus não é para ser sabida como um conhecimento prévio de nada, mas como uma entrega em amor, que aceita existir num permanente estado de renovação da consciência, que não busca nada além de ser quem cada um é em Cristo, e que sabe que a vontade de Deus não é um oráculo, mas uma maneira de viver, onde a Graça determina as virtudes relacionais pelas quais a vida acontece como dádiva de Deus ao mundo, pois é nessa existência humana onde a vontade de Deus está sendo feita, não importando as circunstâncias onde o prazer de Deus pelos seus filhos se manifesta, e também onde a vida dos filhos de Deus é prazer para Deus.
A vontade de Deus é que Seus filhos tenham prazer em ser Dele, em ser quem são e em servirem uns aos outros com Graça, e, portanto, sem competição, porém com sinceridade e liberdade no exercício do amor fraterno e solidário. Isto tudo sem amargura ou dispêndio de energia vingativa contra quem quer que seja.No fim, mais uma vez, o justo viverá pela fé!

Indivudualidade e perdão

Jesus diz que se um "irmão"—próximo, humano, o outro identicamente-diferente—,vem, arrependido, e pede perdão, então, o ser consciente da verdadeira sabedoria—que só pode ser a da Graça, para ser absolutamente incoerente com o principio da causalidade do mundo físico, onde não há perdão—,tem que violar a Lei Universal de Causa e Efeito, mesmo que seja 70 vezes sete, num único dia, e perdoar ao "irmão".
Para a maioria de nós, todavia, esse é um daqueles "exageros divinos" sem nenhuma aplicabilidade nos limitadíssimos ambientes de nossos corações e relacionamentos.Ora, a questão da aplicabilidade da Graça nos diz respeito. Todavia, o principio de Jesus se contrapõe à Teologia Moral de Causa e Efeito, do contrário, não se falaria de "perdão-Graça"—favor imerecido—, mas de encontro-moral-de-contas.Ora, nenhuma lei universal se deixa violar tantas vezes e, ainda assim, ser uma Lei exata!Ora, se os princípios de Jesus fossem semelhantes aos do Universo Físico, não haveria Graça e nem perdão. Daí, a maioria das religiões que pregam as teologias de causa e efeito se inspirarem, basicamente, nos exemplos da natureza


.Todavia, a inexatidão das relações humanas é que se constitui na "lei fixa" a ser aplicada todos os dias!Literalmente, cada homem é um homem, cada caso é um caso e cada dor é um mundo incomunicável!O que Jesus ensina— e que Jó, mesmo sem entender, havia discernido—, é que as leis dos relacionamentos dos seres conscientes de si—no nosso caso, os humanos—, operam a partir de leis não exatas.A razão é simples: a existência do perdão anula a lei inflexível de causa e efeito, seja ela relacionada às tragédias físicas ou morais.

Afinal, nossas leis morais nada mais são que tentativas de tornar o mundo das visibilidades humanas algo tão exato quanto o espaço físico, onde é possível prever eventos.Daí a calamidade do piedoso desestabilizar tanto esse sistema, criando "amigos de Jó"!O problema é que tal lógica não atinge nem mesmo o mundo animal. Nele, cada sociedade tem suas leis, limites, regras e princípios, os quais, na maioria das vezes, são antagônicos entre si.


Mas foram, apesar da Queda, determinadas pelo mesmo Criador!

Se utilizássemos os exemplos arrancados da vida animal, veríamos que nem entre os seres animados é possível estabelecer um padrão que se uniformize para todos eles. Ao contrário, é cada um conforme a sua espécie e cada espécie conforme ela mesma!

Por isto, examine-se o homem a si mesmo e nunca transfira essa responsabilidade para ninguém. Afinal, cada um de nós comparecerá como indivíduo perante Deus.

Ame não sinta medo

Passando pela vida nos deparamos com todo tipo de situações.
Quem nunca amou? quem nunca chorou?
Aquele homem que diz nao chorar por ser "machão" nao conhece os caminhos em que se trilham este sentimento..
Quem entendeu o amor? opostos que se atraem, mas não se suportam...Aquela carinha virada de ciumes, juntamente com discussões interminadas.
A razão que sempre é sua, mas também sempre é dela..."Tenho ódio de você, mas como eu te amo" não vivo sem você.
Aprendi que quando se ama , também odiamos, também nos magoamos, ferimos nosso amor, perdemos o controle, falamos besteira , mas basta um só olhar sem nenhuma palavra e tudo recomeça.
Porque quando "odiamos, ficamos com raiva, quando ferimos, perdemos o controle" por causa do amor, esses sentimentos supostamentes negativos são na verdade amor camuflado..
Que ódio é esse que basta um olhar pra se acalmar, que ferida é essa que apenas um beijo cicatriza, que falta de controle é esse que com um abraço nos entregamos???
O amor assusta, pois ele mostra sua real condição.


Você sempre é servo, e não senhor. O medo nos cega, nos embaraça, ficamos confusos e até desistimos.
Mas o medo é servo do próprio amor..
O amor quando impera absuloto deixa cada um no seu devido lugar.. o medo no lugar certo, o choro , os risos, a temperança, a compreensão, a sensatez . enfim...
Por isso se você nao ama, não perca tempo...Deixe o amor dar as ordens e o seu medo a obedecerá..
Ame com todas as forças..
Aproveite todos os momentos.
Seja o amor seu IMPERADOR..

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

666: O número de nossa vaidade!

Ler Romanos 8

Paulo disse que “a criação está sujeita à vaidade”; e que isso não decorria dela mesma, mas sim em razão dela ter sido sujeitada pela vaidade de um outro.

Esse “outro”; somos nós: os humanos!A criação não conhece vaidade, nem quando passarinhos dançam, abrem penas coloridas ou cantam com graça, a fim de encantar geneticamente uma fêmea a qual desejam emprenhar.
Na criação nada é vaidade; exceto para o homem!Alguém já viu um crocodilo matando um hipopótamo a fim de se vestir com a pele dele, jogando a carne fora? Alguém já viu alguma espécie manter outras espécies em cativeiro?
Alguém já viu qualquer forma de desperdício sendo feita na criação?

Ninguém pega mais do que precisa. Ninguém come mais do que o suficiente. Quase ninguém morre de morte natural, posto que na natureza, morrer é parte da vida; daí tão poucos animais morrerem de cansaço; visto que a maioria ou morre subitamente, num ataque; ou em razão de acidentes; ou por ter sido vitima de uma emboscada natural; ou por ter ficado velho e ter sido caçado por um ou mais predadores, para servir de alimento... De qualquer forma, não são os vermes que comem a tal carne, mas sim a natureza maior, ficando para os vermes apenas o que somente vermes podem e devem comer.
A natureza jamais acabaria o planeta Terra!A natureza não sabe morrer; pois, ela é vida; vida em processo; vida em sistema; vida em ciclo; vida em si. Entretanto, nela, apareceu um mundo-em-si: o dos humanos!Esses são os alienígenas.
Esses vêm e quebram o ciclo. Partem a Mesa da Comunhão Natural. Invadem o Santuário e profanam o altar. Sim, são esses que pegam mais do que precisam; que estocam, mesmo que ninguém coma; que só se sentem seguros sempre tendo mais e mais; que vêem todas as demais criaturas como sem outro sentido senão servi-los; que buscam alcançar níveis de poder e capacidade tão grandes, que, nem toda a natureza é suficiente para abastece-los.

Os humanos precisariam que a Terra fosse umas cem vezes maior, para que todos os habitantes humanos que nela residem pudessem ter o nível de ambição média de poder de consumo e de tecnologia cobiçados pela maioria; isso a fim de poder sustentar nosso estilo de vida; ou melhor: a realização do nosso sonho ATUAL de consumo. Mas a pobre Terra não dá conta!Ela é pequena demais para a nossa volúpia. Ela é mínima perto de nossa fome de tudo. Ela já deu quase tudo; e não tem mais o que oferecer para que “nosso mundo” possa acontecer no planeta Terra. Hoje eu estava vendo um documentário mostrando a relação de um homem com os tubarões brancos. Coisa linda! Que intimidade! Que graça! Que leveza! Que reverencia! Que estupefação!Todavia, tubarões, baleias, e todas as demais espécies marinhas, são essenciais à existência do Oceano.
Ou seja: sem o Oceano elas não vivem, mas o Oceano também não vive sem elas. Ele vai morrendo quando cada espécie é extinta. Sim, porque milhares de outras cadeias e ciclos se quebram com o desaparecimento de uma única espécie. Por exemplo, mais de 700 mil tubarões ainda são mortos todos os anos para que se retire deles apenas as barbatanas, as quais, servirão para adereços da vaidade humana; ou, na melhor das hipóteses, para alimentar as “magias afrodisíacas” de nossas neuroses sexuais.

No entanto, tubarões são quase tão importantes para o Oceano quanto o Oceano é para o tubarão. Assim, pentes, escovas, afrodisíacos, e outras bugigangas de nossas vaidades, vão matando o Oceano, enquanto a gente sacode evoluidamente o rabo e o cabelo penteado em nossos embalos de sábado a noite.Do ponto de vista do Significado Amplo da Vida em nosso planeta, a presença dos humanos na Terra se tornou a mais patética de todas formas de presenças. Sim, porque nos tornamos os alienígenas que aqui chegaram, e transformaram o Jardim em Lixeira e Sucata.Se alguém tem dificuldade para entender o significado do pecado na existência humana, então, por favor, veja-o retratado, pelo menos, na forma da devastação que nossa presença causou à natureza na Terra. Somente vândalos alucinados fariam os saques e tratariam os despojos como nós humanos tratamos a Terra.

Nós somos uma raça de estupradores, por natureza diferente da natureza!Nós somos uma raça de víboras sem coração de cobra. Sim, porque até as cobras (nosso medo natural arquetípico maior) são boas e ordeiras em todos esse processo da vida natural. Assim, as serpentes da Terra julgarão os próprios homens, pois são mais ‘humanas’ com a natureza do que os homens. O anjo que voa pelo meio do céu no Apocalipse, e que tem “um evangelho eterno para anunciar”, diz: “Temei a Deus e dai-lhe glória! A Ele que criou os céus, a terra, o mar, e as fontes das águas”.A Ira do Cordeiro se faz manifestar mediante uma sucessão de eventos naturais, conforme as Escrituras; e, especificamente, também de acordo com os sermões escatológicos de Jesus e o Apocalipse de João. Quem tem a benção de voar com o anjo e olhar a Terra de “cima”, esse entende o clamor e o ouve; e mais: faz ecoar esse grito de anjo por toda a Terra.
Do contrário, a raça humana será erradicada da Terra. Pode haver vaidade maior do que a dos humanos?
Alguém ainda duvida acerca de que todos pecaram, e, por isso, todos igualmente carecem da gloria de Deus?Quem enxerga o pecado em sua própria existência, deve agora discernir as conseqüências globais dele. E quem discerne as conseqüências globais, agora, por favor, discirna também que toda essa sujeira apenas procede do coração humano; que é uma imensa usina nuclear de toda sorte de radiações mortais.Mas os cegos não vêm o que está diante de seus próprios olhos; os quais, não vêem apenas porque ver implica em se converter; em mudar a consciência e o significado da vida.Isso sim, parece uma vaidade feita de “bondade e imortalidade” para a maioria dos humanos.

Afinal, a gente tá aqui pro quê? É claro que é pra botar literalmente pra quebrar!
Quem desejar, grite: Viva a Besta Humana!
Quem é a Besta? Ora, está dito: o número é 666; número de Homem!

Quem não quebra esse ciclo da morte da vaidade do pecado mediante a consciência da Queda, e, conseqüentemente, se entregando à Graça de nosso Deus — dando testemunho de sua conversão também mediante uma consciência acerca do significado da presença humana na Terra —; não tem porque procurar discernir o número da Besta fora de si mesmo; posto que fazer parte mórbida e escravizada desse sistema de nossas vaidades, é, como diz o Apocalipse, carregar o selo da Besta na fronte; sendo, portanto, parte dela.